O meu gole de café tem que ser uma bela xícara tua.
Cale o meu tropé cá dentro, em teu chalé.
Carrega, dança e chama de mulé.
Canta alto, sentado ou calado, pelo menos falado.
Carrega embalando, sambando e sonhando.
Escorrega pra perto, certo e discreto.
Interpreta, mas desperta.

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