Deitada no dia
Sentada no chão
Sabida da canseira
E falada nas pessoas
As mãos se empoeiravam.
Atracada com o vento
molhando a chuva
Soprando a voz
Quase já seus avós
Pensava: "A cabeça era seus pés"
O travestido senhor
Desafinara seu olhar
Por que quis.
Algemaram seu depósito.
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