Dose, que por ela, fora servida em bandeja de prata. Assim, é possível instalar-se feito realeza e realizar o que estiver ao alcance. Sem menosprezar a grandiosa força de vontade do poderio que nos acolhe tão verdadeiramente, é claro!
Dose aquela da qual a embriaguez é moldada, cada traço talhado com um rico suor, que soa errado ou de certo está correto e o tal desperto de esperto intui apenas com o que lhe cerco.
Doce sequela encomendada pela inoportuna amiga da juventude.
Amiga Aquarela, Amo-te e ao teu também.
Cordeirópolis; 13 de fevereiro de 2011
Presente, não meu, nem de fulano e sim do espaço para as palavras, pois umas das estradas que possui como fuga são as linhas.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Lábios Cortados
Cada passo temido
Acompanhado
De um ou dois olhares atravessados
Inquieto lábio insensato,
Características cautelosas
De noites mal dormidas,
Porém bem acordadas.
Mãos e rostos entrelaçados
Cada censura de ar atropelada
Na quina e nos altos da cama.
Em seu contrario, santuário
Encantadoramente
Nada Instalado.
Quintal de Alguém
Este que descrevo é o lugar que me acolhe por hoje.
O emaranhado da secura natural dos galhos segura os raios aquecidos que tentam chegar até as paredes da casa ao lado. O sono de quem está lá é embalado pelo friozinho da manhã que passa e só cessa quando se vai pro quintal e é raptado pelo verde que te engole apenas de ser olhado todo sequinho e salpicado por umidade
ao sol que acordara bem antes de quase todos .
ao sol que acordara bem antes de quase todos .
As folhagens, das outras que se fazem isoladas, se exibem exuberantes. Coitadas! Se soubessem o quão bela é a secura da exibida que me tomou quatro linhas anteriormente e agora mais uma, todas secariam sem se dar conta de que se livrariam mais cedo de seus frutos e outras belezas que aos meus olhos , neste momento, estão apagadas.
Na mão do silêncio um cigarro de palha quase no fim.
Nos cabelos do fim a quase cegueira na falta de cor.
No casarão, o vigor de quem saiu cedo e volta de vez em quando pelo telefone.
Aqui, refúgio dos bichos, um pedaço de céu aberto querendo pelos telhados vizinhos fazer-se dele, apesar de seu contrário, também sua morada.
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