| Jardim em frente ao camarim da Expoflora - Holambra |
O cheiro das mãos,
O estrago nos róstos.
A lembrança em cada detalhe.
Um emaranhado de cada sabor,
Que é devolvido à cada primavera,
Escondido à cada uma das outras estações.
O duro é saber o cheiro e o gesto,
Ninguém lembra dos mesmos.
E lá, nem de si mesmo.
Talvez, estes, sejam os dezenove.
Dias mais cheirosos do ano.
Cordeirópolis; 07 de abril de 2011
Nenhum comentário:
Postar um comentário