Tem veis que a fome
De tão grande e doída
Raspa o estômago
Até a finura da pele.
As veis anda sozinha
Te comi os resto das lembrança
E te afoga na secura
Das lágrima a canta.
Tem veis que pára
E se arresolve dormi
Esquece...
Num vorta nem pra nos abri o zóio.
Cordeirópolis; 10 de Abril de 2011.
Cordeirópolis; 10 de Abril de 2011.

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