Desde as mãos até tais ouvidos,
Com caixa de fósforos,
Ou mesmo ruídos.
Falando com charme,
E um trago afinado
Cantar também vale.
Um barulho com as cordas,
Chocalho a vontade
Contando com a chuva
Quem samba é a saudade.
Mas esse moço mirrado
Com o salário apertado
E batuque de lado, calado.
Assim, quase afiado.
Fala seu moço.
Toca pelos dedos!
Marca com teus medos.
Mostra-me seu enredo.
Cordeirópolis; 27 de dezembro de 2010
Nenhum comentário:
Postar um comentário