Presente, não meu, nem de fulano e sim do espaço para as palavras, pois umas das estradas que possui como fuga são as linhas.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Dor.
Que dá de madrugada. Agora, sem a cara pintada. Era só uma pitada. Ninguém tinha a piada. Virou uma palhaçada. Naquele almoço sem salada.Ele mestre da sala. Ficou só a alma na mala. Isso, quando lembrava do nariz que do rosto, sempre soltava.
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