Solfejo um dó. No semblante da denúncia
Sua soando em alto e em escandaloso som. Agora todas as chaves e depois nenhuma. Aperta a primeira e depois de tempos a ultima. Dois dedos apóiam e os outros se divertem, mas ficam com a obrigação de decorar inúmeras seqüências diversificadas para cada linha ou compasso.
Sereno é o mi! Minha falência em tua ausência.
O vento escorrega, inclina-se e é cuspido pra fora, na senhora com a sacola. Que SENHORA! Ou diria Senhorita?
Só vejo um dó. No cadaver da denúncia.
Arrisca-se em lá, si e mi. Ou, como diriam, lá em cima. Pra quem escuta pela fresta, que gosta ou desgosta e não confessa. Toco um ré e ele atravessa sem pressa, mas se acerta.
Chovendo em fá. Mal vejo a tal renúncia.
Aperta a palheta na parte particular, peculiar da ponta do lábio.
Sofrendo a dó. Descrevo a tal minúcia.
Não era dueto? Pulei alguém?
Não escritora. Desculpe-me. Eu mesma levantei, aspirei o tremor, rompi o que chamara de peculiar e enquanto escrevia voltei rápida pro meu lugar, que cadeira não havia. Sua cara se mexia quase sem pensar, o tempo exato pro suspiro de alívio pelo o que não vira.
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