Pedaço de concreto na mão
Escreveu no chão
Com medo de ser em vão.
Acho que ninguém viu!
A janela minha mãe abriu
E acredite, sorriu.
Vou acorda-la!
Emilly, aqui ninguém escuta essa música.
Levanta!
São 4h.30min da manhã?
Quem sabe amanhã!
Vai dar um jeito no Hugo!
Que sujeito surdo.
Deixe o rádio mudo.
Que absurdo.
Fez que fez
Abrimos a porta
E o Dedé disse “Era uma vez...”
E agora é minha vez
Disse de uma vez
Que apenas uma vez
Se refez.
Café talvez.
Minhas mãe o fez.
Que freguês!
Queria pão francês.
Espero que tenham gostado
Da minha meia serenata
Eu assustada e ela tocada.
Com nada
Nem viola nem cantor
Só o meu tremor.
Escreveu no chão
Com medo de ser em vão.
Acho que ninguém viu!
A janela minha mãe abriu
E acredite, sorriu.
Vou acorda-la!
Emilly, aqui ninguém escuta essa música.
Levanta!
São 4h.30min da manhã?
Quem sabe amanhã!
Vai dar um jeito no Hugo!
Que sujeito surdo.
Deixe o rádio mudo.
Que absurdo.
Fez que fez
Abrimos a porta
E o Dedé disse “Era uma vez...”
E agora é minha vez
Disse de uma vez
Que apenas uma vez
Se refez.
Café talvez.
Minhas mãe o fez.
Que freguês!
Queria pão francês.
Espero que tenham gostado
Da minha meia serenata
Eu assustada e ela tocada.
Com nada
Nem viola nem cantor
Só o meu tremor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário